Chef Neto Marinho

Quando criança, Neto Marinho ajudava o pai a fazer cocadas em Caridade, no Ceará, e aos 14 anos mudou-se para Fortaleza, onde continuou a vender doces até chegar à maioridade e aventurar-se sozinho em São Paulo, onde estudou gastronomia e conseguiu o primeiro trabalho em uma cozinha renomada, no Restaurante Laurent. A experiência lhe rendeu um convite para ser  subchefe de cozinha do restaurante Pata Negra, em Amsterdã e em Madri, trabalho que desempenhou por oito anos. De volta a Fortaleza, dedicou-se a elaborar cardápios que misturam sabores mediterrâneos e regionais.
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Regionalismo avéc élégance

Há três anos, Neto mudou-se para o Cariri para assumir a cozinha do Sirigado do Pedro, em Juazeiro, onde imprimiu seu toque pessoal nos pratos servidos, usando temperos e insumos nordestinos em montagens ao mesmo tempo criativas e requintadas, mas sempre com um toque de comida nossa. “É bom sentir no paladar algo que você conhece. Se um prato é diferente, mas guarda algum sabor conhecido, ele fica mais simpático”, diz. A alquimia nas panelas rendeu a Neto uma indicação ao prêmio Dolmã, “o prêmio máximo da gastronomia brasileira”, que escolhe os três melhores chefs de cada estado.

Neto Marinho recebeu a CARIRI Revista para um almoço no Sirigado do Pedro, onde preparou duas receitas misturando ingredientes e receitas que aprendeu a fazer em cozinhas regionais e europeias, provando que um bom prato agrada tanto o paladar quanto os olhos.

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